segunda-feira, 13 de abril de 2009

Manual de Direito Comunitário

Para todos aqueles que se interessam pelo Direito da União Europeia…
ou que andam a desesperar com a matéria da cadeira de Sistema Jurídico da União Europeia, dos artigos, dos princípios, da subsidariedade, e de todo aquele europês institucional…
recomendo vivamente o livro Direito da União Europeia do Professor Fausto Quadros.



O livro ao bom estilo do direito dos nossos dias tem uma linguagem acessível e altamente automatizada e é uma daqueles “manuais indispensáveis” para desenrascar na véspera de um teste. Contudo sozinho não é sinónimo de uma boa nota.


Referência:Direito da União Europeia, ("European Union Law"). Coimbra, Almedina, 2004. Preço: 35 €

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9 Comentários:

Às 4:16 da tarde , Anonymous Anónimo disse...

"linguagem(...)altamente automatizada"
Mais uma vez o nosso comentador de serviço no seu melhor. Genial meu caro. Escolha avassaladora de palavras. hehehe

 
Às 4:27 da tarde , Anonymous Anónimo disse...

E o Velho do Restelo no seu melhor...

 
Às 11:47 da tarde , Anonymous Anónimo disse...

é a linguagem que ajuda a "DESENRASCAR na véspera de um teste" e, até, no acto bajulante...

 
Às 12:16 da tarde , Anonymous Anónimo disse...

Vocês adoram-no!! escreva ele o que escrever...

 
Às 12:56 da tarde , Anonymous Anónimo disse...

Eu também adoro o Alberto João Jardim... por todas as razões erradas.

 
Às 3:54 da tarde , Blogger Nuno Fernandes disse...

Eu não sou propriamente um fã de Fausto de Quadros, mas reconheço que em Portugal é dos que mais sabe sobre este assunto. Quanto ao livro, tenho a considerar que é uma boa obra para quem se interessa pelas matérias jurídicas da UE (nomeadamente ao nível do Direito Comunitário). Esteja ou não bem elaborado ou aprimorado, creio não tenho capacidade suficiente para elaborar tal comentário, sendo que o que acima escrevi foi por experiência própria e por ouvir mais alguns comentários de amigos meus que frequentaram Direito

 
Às 10:22 da tarde , Anonymous Anónimo disse...

Não compreendi a parte da linguagem automática... em qualquer sentido da palavra. Que me lembre, é um livro que esbanja de uma certa sumptuosidade linguística, digna da cátedra de direito, seguramente.

De resto, confio no Sr. Fausto de Quadros como sendo uma autoridade ao nível do estudo da doutrina jurídica europeia, embora tivesse de engolir a seco diversas tentativas de ambivalência da sua parte, que culminavam invariavelmente numa capelinha com o douto a pregar... até diria em que sentido, mas não liguei demasiado a isso. Usei o livro para me desenrascar.

 
Às 1:11 da tarde , Anonymous Anónimo disse...

Penso que a “linguagem automatizada” se refere concretamente à capacidade que os estudantes de direito têm de empinar uma catrefada de códigos e artigos em tempo recorde e depois de andarem a recitá-los a uma velocidade alucinante como umas verdadeiras máquinas mas sem reflexões claro. Experimentem falar com um jurista sobre um assunto quente da actualidade e vejam se não estão a ouvir tudo aquilo que lhe transmitiram em anos de “ automatização” atrás de uma secretária. Querem um exemplo, vejamos a defesa louca do Tratado Constitucional, e o “não francês” como uma “calamidade institucional”.

 
Às 1:11 da tarde , Anonymous Anónimo disse...

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